Este é um excerto da primeira longa-metragem europeia em animação 3D - pioneiro na Europa. A história é simples mas toca-nos com a sua mensagem profunda. Realizado em Maya, na Galiza (Espanha).
terça-feira, julho 31, 2007
A Floresta Mágica
Este é um excerto da primeira longa-metragem europeia em animação 3D - pioneiro na Europa. A história é simples mas toca-nos com a sua mensagem profunda. Realizado em Maya, na Galiza (Espanha).
segunda-feira, julho 16, 2007
Ciência Viva no Verão - Edição de 2007
Na praia, no campo, na cidade, de dia ou de noite, faça férias com a Ciência. Observações astronómicas, passeios científicos, visitas a faróis e a grandes obras de engenharia.
Participe! Acesso gratuito.A inscrição é obrigatória para algumas acções. Pode fazê-lo on-line seleccionando a acção ou através da linha azul 808 200 205.

segunda-feira, julho 09, 2007
A Amoreira que nos deu nome
A Amoreira é uma árvore natural da China que dá o fruto conhecido por amora.
É uma árvore que pode atingir 4 a 5 metros de altura, e possui casca ligeiramente rugosa, escura e copa grande. As suas folhas apresentam uma coloração mais ou menos verde, tendo uma leve pilosidade que as torna ásperas. As suas flores têm um tamanho reduzido e a sua cor é branca-amarelada.
Esta árvore adapta-se a qualquer tipo de solo, preferindo os húmidos e profundos, e dá em geral frutos nas nossas paragens de Maio-Junho e noutras de Setembro a Novembro.
A amora é um fruto pendente, de cor vermelho-escura, quase preta quando se encontra madura, tendo uma polpa vermelho-escura comestível.
As suas espécies mais cultivadas são:
Morus rubra, que produz a amora-vermelha
Morus alba, amora branca
Morus nigra, amora preta
A amoreira é originária da Ásia, e foi provavelmente, introduzida na Europa por volta do século XVII. Em Portugal com a introdução da manufactura de seda no tempo do Marquês de Pombal (1751-1775) foram plantados muitos exemplares desta magnífica árvore. Talvez por isso tenhamos em Lisboa a zona das “Amoreiras” junto ao local onde foi estabelecida pelo marquês a grande “Real Fábrica das Sedas do Rato”.
No exterior da nossa escola existem alguma amoreiras viçosas e o fruto desta bela árvore designa a também a cidade onde vivemos e estudamos, estando até presente no seu próprio brasão.
Como Marco Pólo teve ocasião de descobrir há mais de seiscentos na China, a amoreira-branca é utilizada para a criação do bicho-da-seda, pois este alimenta-se das suas folhas. Quanto à amoreira-negra é preferida para o consumo alimentar do ser humano, por o seu fruto ser mais saboroso e mais volumoso. Estas amoras contêm vitamina C, são geralmente consumidas ao natural, podendo também ser servidas com creme de chantilly. São também utilizadas na preparação de tortas, sorvetes, compotas, geleias, doces cristalizados, ou em massa, e por último transformadas em vinhos, licores e xaropes…
Catarina Lopes nº 4
Turma: 10º D
(com a colaboração do prof. António Espírito Santo)
Um entardecer festivo
terça-feira, julho 03, 2007
Nenhum Homem é uma Ilha
No man is an island,
entire of itself;
every man is a piece of the continent,
a part of the main.
If a clod be washed away by the sea,
Europe is the less,
as well as if promontory were,
as well as if a manor of thy friend’s or of thine own were.
Any man’s death diminishes me,
because I am involved in mankind;
and therefore never send to know
for whom the bell tolls;
it tolls for thee”.
Preferindo prosa adequada: A Ilha (Victoria Hislop).
Boa viagem com sonhos e letras! Que ninguém se sinta ilha...
quarta-feira, junho 20, 2007
Olh' o Jornal O Grafo!!!
Parabéns à equipa responsável por este projecto tão louvável!
Letras na esa
Percorreu caminhos de letras e filosofia, lendo, discorrendo e passando à escrita.
É dele o volume As Tribulações do Poeta José da Silva - do inferno ao nirvana, que dedica a três pessoas basilares na sua vida: pai, mãe e irmão, mas também a todos nós que pegamos nesta história assumidamente curta, nas palavras do autor, e lhe damos forma pela leitura.
domingo, junho 17, 2007
Pelos sonhos afora
comovidos e mudos.
Chegamos? não chegamos?
Haja ou não haja frutos,
pelo sonho é que vamos.
Basta a fé no que temos.
Basta a esperança naquilo

que talvez não teremos.
Basta que a alma demos,
com a mesma alegria,
ao que desconhecemos
e ao que é do dia a dia.
Chegamos? não chegamos?
Partimos. Vamos. Somos.
Sebastião da Gama
A todos vós que iniciais os Exames brevemente, que os vossos sonhos se realizem e sejam o prémio do vosso trabalho! Muita serenidade e confiança, que as ideias hão-de fluir! Boa sorte!
Chegamos, certamente.
quarta-feira, junho 13, 2007
Lenda de Santo António
domingo, junho 10, 2007
Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas
A formosura desta fresca serra,
E a sombra dos verdes castanheiros,
O manso caminhar destes ribeiros,
Donde toda a tristeza se desterra;
O rouco som do mar, a estranha terra,
O esconder do sol pelos outeiros,![]()
O recolher dos gados derradeiros
Das nuvens pelo ar a branda guerra.
Enfim, tudo o que a rara natureza
Com tanta variedade nos ofrece (1),
Me está, se não te vejo, magoando.
Sem ti, tudo me enoja e me aborrece;
Sem ti, perpetuamente estou passando
Nas mores (2) alegrias mor (2) tristeza.
(1) ofrece – forma arcaica de oferece
(2) mor /mores – forma arcaica de maior / maiores
(in Sonetos de Luís de Camões / escolhidos por Eugénio de Andrade, Lisboa, Assírio & Alvim, 2000)
http://www.instituto-camoes.pt
terça-feira, junho 05, 2007
If Minds Had Toes
segunda-feira, junho 04, 2007
Matrículas para os Cursos Nocturnos

Cursos de Educação Extra-escolar
domingo, junho 03, 2007
Tales and Trees
O resultado foi tão agradável quão surpreendente.
sexta-feira, junho 01, 2007
Dia Mundial da Criança
Pede-se a uma criança: Desenhe uma flor! Dá-se-lhe papel e lápis.
A criança vai sentar-se no outro canto da sala onde não há mais ninguém.
Passado algum tempo o papel está cheio de linhas. Umas numa direcção, outras noutras; umas mais carregadas, outras mais leves; umas mais fáceis, outras mais custosas. A criança quis tanta força em certas linhas que o papel quase não resistiu.
Outras eram tão delicadas que apenas o peso do lápis já era de mais.
Depois a criança vem mostrar essas linhas às pessoas: uma flor!
As pessoas não acham parecidas estas linhas com as de uma flor!
Contudo, a palavra flor andou por dentro da criança, da cabeça para o coração e do coração para a cabeça, à procura das linhas com que se faz uma flor, e a criança pôs no papel algumas dessas linhas, ou todas. Talvez as tivesse posto fora dos seus lugares, mas são aquelas as linhas com
que Deus faz uma flor!
Almada Negreiros
Feliz Dia Mundial da Criança para todos os pequeninos e aqueles que os fazem felizes!
quinta-feira, maio 31, 2007
Primavera da Europa
Um grupo de alunos do 7º D, da esa, elaborou um trabalho ilustrativo do 5oº aniversário da União Europeia.Pretende-se compreender o que significa a democracia para os jovens cidadãos Europeus e reforçar os valores democráticos na UE. Os alunos podem reflectir sobre vários temas que ilustram a democracia, incluindo a integração e a cidadania Europeias, bem como as realizações, os benefícios e o futuro da UE.
segunda-feira, maio 28, 2007
Conta-me Como Foi
No episódio mais recente, o jovem Carlos, menino traquinas de oito anos apenas, colhe as memórias - que nos relata 39 anos depois - sobre a visita do tio que vive em Paris.
Por aqui, entramos na temática da emigração - saída para muitos -, das saudades, da importância e centralidade dos laços familiares, da discriminação, da ostentação, do valor das raízes, da superficialidade, dos enganos, da necessidade de sobrevivência.
Trata-se de uma adaptação da série Cuéntame Cómo Pasó, criada no país vizinho. Uma belíssima aposta com um elenco a merecer o nosso elogio.
Canal 1 - serão de Domingo.



