Julho é mês de bulício, de leituras, exames... azáfama que encosta a porta de mais um ano lectivo, para seguir férias adentro.
Agosto pode ser o mês de não ir à escola, de descansar e retemperar as forças.
Assim sendo, boas férias! :o)
quinta-feira, julho 28, 2011
O Verão
quarta-feira, julho 20, 2011
De volta à escola
Não se atrase!
Se quer voltar a estudar em regime nocturno ou numa turma dos Cursos EFA de nível Secundário da manhã, pode ainda matricular-se.
Amanhã, na sala Polivalente da esa, estaremos à sua espera, entre as 18 e as 20 horas.
Não hesite e não se esqueça! :)
segunda-feira, junho 27, 2011
Feira para o Desenvolvimento Humano e Luta contra a Pobreza
No passado dia 23 de Março, a turma 1B3 levou a cabo a "Feira para o Desenvolvimento Humano e Luta contra a Pobreza", onde o racismo e a violência doméstica tiveram protagonismo.
Tal iniciativa, que só podemos louvar, mereceu por parte de uma formanda (Catea, EFA 8SA) o seguinte comentário:
"Esta turma está de parabéns pelo evento que concretizou e pela temática escolhida. Cada vez mais é preciso divulgar e dar conhecimento sobre todas estas agressões, pois ainda há muito a fazer para parar de uma vez e dizer basta!"
Aqui ficou um contributo da ESA, certamente a repetir. Parabéns aos dinamizadores!
quarta-feira, junho 22, 2011
Sardinhas assadas
Dia 28 de Junho de 2011, pelas 17h00, irá realizar-se uma festa na ESA organizada pelos professores Herlando e Clarisse.
Estão convidados todos os docentes, não docentes, familiares e amigos para este lanche ajantarado de convívio e festa.
Programa das "festas"
Hora: 17h00
Local: recreio da escola
Ementa:
Sopa: Caldo verde
Comes:
Sardinhas
Fêveras ou febras
Salada
pão
Sobremesa: Gelatina e arroz doce
Bebidas: água/sumos
vinho/sangria
Inscrições recomendadas até 24 de Junho de 2011 (6ª feira)
- Folha de inscrição na sala de professores e no PBX
Preço de 7 ESAS a pagar aos organizadores (Herlando e Clarisse) ou no PBX.
quarta-feira, junho 15, 2011
Projeto COMENIUS - o Filme
terça-feira, junho 14, 2011
À professora Olga
Dormir um pouco — um minuto,
um século. Acordar
na crista
duma onda, ser
o lastro de espuma
que há no sono
das algas. Ou
ser apenas
a maré, que sempre
volta
para dizer: eu não morri, eu sou
a borboleta
do vento, a flor
incandescente destas águas.
Albano Martins, in "Castália e Outros Poemas"
sexta-feira, junho 10, 2011
O Dia de Hoje
Rodando um pouco, de olhos postos em todos os horizontes mais além:
"As armas e os barões assinalados,
Que da ocidental praia Lusitana,
Por mares nunca de antes navegados,
Passaram ainda além da Taprobana,
Em perigos e guerras esforçados,
Mais do que prometia a força humana,
E entre gente remota edificaram
Novo Reino, que tanto sublimaram"
História e Arte na esa
Habituámo-nos a contemplar estas reproduções nos manuais de História.
E eis que elas decoram a nossa escola. Assim, das paredes modernas da Polivalente, pendem estes testemunhos do passado, resultado do trabalho dos nossos dotados artistas.
Parabéns a todos por esta iniciativa!
domingo, junho 05, 2011
Quedas de água e de emoções
Numa vida que a Geografia já preencheu de começos e memórias, o passado regressou sob forma de "gavetas", nas suas próprias palavras, que tomaram de assalto a escrita, decidindo recolorir a sépia e avivar todas as recordações.
Durante a tarde de ontem, no Seixal, o professor José Jacinto levou-nos a viajar à sua terra, através da sua escrita, ao lançar a obra (1)Sina - Malanjieu.
Fica a sugestão de leitura incontornável, com momentos imbuídos da inocência das crianças, mas também alguma nostalgia e a incompreensão da partida.
quarta-feira, maio 25, 2011
"Portas Abertas à Europa"
terça-feira, maio 10, 2011
Sotaques e avatares
domingo, maio 01, 2011
As mãos da mãe
Palavras para a Minha Mãe
mãe, tenho pena. esperei sempre que entendesses
as palavras que nunca disse e os gestos que nunca fiz.
sei hoje que apenas esperei, mãe, e esperar não é suficiente.
pelas palavras que nunca disse, pelos gestos que me pediste
tanto e eu nunca fui capaz de fazer, quero pedir-te
desculpa, mãe, e sei que pedir desculpa não é suficiente.
às vezes, quero dizer-te tantas coisas que não consigo,
a fotografia em que estou ao teu colo é a fotografia
mais bonita que tenho, gosto de quando estás feliz.
lê isto: mãe, amo-te.
eu sei e tu sabes que poderei sempre fingir que não
escrevi estas palavras, sim, mãe, hei-de fingir que
não escrevi estas palavras, e tu hás-de fingir que não
as leste, somos assim, mãe, mas eu sei e tu sabes.
José Luís Peixoto, in "A Casa, a Escuridão"
sábado, abril 23, 2011
A lenda do coelhinho da Páscoa
Conta uma das lendas mais bonitas que certa mãe, muito pobre, vivia com os seus meninos.
Como não tivesse dinheiro para lhes comprar presentes, escolheu uns quantos ovinhos de galinha, que pintou com muitas cores.
Depois, correu a escondê-los no campo. Ora, precisamente no momento em que as crianças encontravam os presentes coloridos, passou por ali, afogueado, um coelhinho.
Ante tal corrida, depreenderam os meninos que tão simpático animalzinho havia sido responsável pela surpresa... :)
sábado, abril 16, 2011
terça-feira, abril 05, 2011
Cinema em Francês
sábado, março 26, 2011
Projecto Comenius - Antologia Multilingue de Poemas
sexta-feira, março 25, 2011
A água
No passado dia 22 de Março, celebrámos o Dia Mundial da Água.
Para assinalar tão importante data, um grupo de alunos e de formandos (EFA 4 SA) da nossa escola foi conhecer a Estação de Tratamento de Águas Residuais de Cucena.
O balanço não poderia ser mais positivo.
Parabéns pela iniciativa! :)
terça-feira, março 22, 2011
segunda-feira, fevereiro 14, 2011
Nascemos para amar
Nascemos para amar; a Humanidade
Vai, tarde ou cedo, aos laços da ternura.
Tu és doce atractivo, ó Formosura,
Que encanta, que seduz, que persuade.
Enleia-se por gosto a liberdade;
E depois que a paixão na alma se apura,
Alguns então lhe chamam desventura,
Chamam-lhe alguns então felicidade.
Qual se abisma nas lôbregas tristezas,
Qual em suaves júbilos discorre,
Com esperanças mil na ideia acesas.
Amor ou desfalece, ou pára, ou corre:
E, segundo as diversas naturezas,
Um porfia, este esquece, aquele morre.
Bocage, in 'Sonetos'


