
Não te apetece abraçá-la também?

Hergé, criador de Tintin nasceu há cem anos em Bruxelas. O seu legado compreende aventuras emocionantes e um conjunto de heróis únicos que vale a pena recordar. :o)
Pretende-se que esta seja uma hora sem carros, computadores, televisões, etc. e que se estenda a um maior número possível de pessoas e organizações.
A famosa organização Greenpeace informa que o futuro das baleias será decidido em Anchorage, no Alasca (E.U.A.), dentro de poucas semanas. A Comissão Internacional de Pesca à Baleia (IWC, i.e. International Whaling Commission) vai reunir-se e decidir se as baleias poderão continuar a ser pescadas, ou não.
Durante os próximos dias o Greenpeace vai apresentar sugestões sobre como todos podemos influenciar a decisão tomada em Anchorage.
Vá clicando aqui para ter notícias e updates sobre esta operação.

Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.
Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
- mistério profundo -
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.
Gostaríamos de contar com a presença de todos. Procuraremos servir os interesses daqueles que para opinar, procuram saber mais.
Tiago Velho
Nome vulgar: Olaia
Nome científico: Cersis siliquastrum L.
Família: Leguminosas
Maturidade: 10 - 15 anos
Altura Máxima: 5 a 10 metros
Longevidade: 50 a 100 anos
Outros dados: Árvore de folha caduca. Também se chama Árvore da Judeia pelo facto de ser originária da Palestina.
Já agora, aqui fica mais um desafio: Até que ponto conheces as árvores do nosso concelho? Recomendo-te a consulta do livro A Árvore no Concelho do Seixal da autoria do professor Manuel Lima.
Neste dia de homenagem às Árvores, os alunos do 8º E prepararam uma surpresa para a Comunidade. Num gesto que propicia o folhear de livros preferidos, ofereceram marcadores de página, em forma de árvore recortada, para que recortemos algum do nosso tempo, lembrando o mundo verde que precisa da nossa atenção e do nosso carinho. 
A sua vivência riquíssima conta-se agora em diversas páginas de jornal e da Internet, mas para além do escritor, existe um homem comedido pouco dado a exposições.

Vêm do olival os cestos
Sendas por pastagens e lameiros,
À mistura de verbena e dos teus risos.
Na telha de rebordo dos beirais
O rumor do vento. Ninhos em rama
Presos às goteiras. Passos
Pelo chão de urtigas.
Azeite cru na torcida das candeias.
Azeite velho sobre sêmea torrada.
E bagaço. E a alegria das mãos sujas.
Ervas brancas e resedas
Cobrem as cantaras de leite.
Vai anoitecer para nós partirmos.
Ainda em fase de rescaldo da nossa passagem pela Bélgica, dois lugares de eleição: o nosso stand a acolher os nossos visitantes e a oferecer parte da nossa doçaria de sabores simplesmente irresistíveis. Daqui resultou um episódio engraçado, decorrente do nome de um doce de Tomar, chamado "Beija-me depressa".
Como se traduz o nome sem parecer um pedido? ;o)